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Published: 19/04/2021

6 Lições do Homem Mais Casca Grossa do Mundo - David Goggins

Olá, este é o David Goggins, também conhecido como o cara mais casca grossa do mundo e no decorrer desse texto você vai entender exatamente o porquê.

David é o único membro das forças armadas dos Estados Unidos a completar o treinamento de elite da marinha americana, os navy seals, a escola de vigilantes do exército dos Estados Unidos a US Army Ranger School sendo condecorado como homem de honra por ter sido o melhor de todo o grupo e o treinamento de controle aéreo tático da força aérea.

Só de você ter conseguido conquistar apenas uma dessas três façanhas, você já seria um cara foda, mas os feitos do David não param por aí, ele também tem o seu nome dentro da lista do Guinness por ter quebrado o recorde de maior número de repetições na barra fixa em até vinte e quatro horas.

E além desse recorde ele possui vários títulos de primeiro lugar nas provas mais brutais do mundo, como as ultra maratonas. Como será que pensa um cara como esse? E quais lições podemos tirar dele? É o que vamos ver agora.

Lição número um propósito é muito mais importante que motivação, o David não acredita muito nessa história de motivação, uma das primeiras coisas que ele diz em seu livro can’t hurt me é que motivação é balela. O propósito por outro lado é o que ele de fato tem como guia. Depois que alguns dos seus amigos navy seals foram mortos durante uma operação, o David resolveu se inscrever na San Diego one day que se tratava de uma corrida de vinte e quatro horas, onde os competidores deveriam correr e chegar o mais longe possível dentro desse tempo, sua intenção era usa essa prova como uma porta de entrada como futuras ultra maratonas, o que o prometeria arrecadar dinheiro para a special operation warrior fundation que é uma organização sem fins lucrativos que concede bolsas de estudos para os filhos dos membros das operações especiais mortos em missões operacionais.

Mas para essa corrida contar ele teria que correr pelo menos cem milhas em até vinte e quatro horas, o que dá cento e sessenta quilômetros de distância, é muita coisa. O problema maior é que o David não era nenhum corredor calejado como os outros que iam competir com ele nessa corrida, para se ter ideia, ele estava pesando algo em torno de cento e oito a cento e vinte quilos nessa época, pois era forte e tinha o corpo nos padrões de um típico praticante de power lifting, sua força bruta e tamanho serviu bem como navy seal, mas como maratonista era algo surreal pensar em competir com aquele porte físico.

Ele não havia corrido nenhuma milha no ano anterior se quer saber, mas apesar disso, de alguma forma sobrehumana ele conseguiu correr setenta milhas nas primeiras doze horas, só que o processo foi penoso demais, nesse ponto todos os ossos metatarsais do seu pé já estavam quebrados, haviam fraturas em diversas regiões das pernas e os músculos de sua canela estavam praticamente se rasgando.

Ele estava até se mijando pelas pernas por não conseguir chegar em um banheiro que estava somente seis metros dele. A sensação que ele tinha era de que ia morrer, mas ele não desistiu, a partir daí ele completou o restante da corrida sem parar, mas você deve estar se perguntando como? Como um cara que estava naquela situação conseguiu completar mais trinta milhas de corrida?

Nas palavras dele todo mundo me pergunta no que você estava pensando durante a corrida, nos militares que morreram? Eu não vou mentir, eu não estava, aquilo se tornou algo pessoal, aquilo se tornou eu contra eu mesmo, eu contra todos que me chamaram de crioulo quando eu era criança, aquilo se tornou algo que eu levei algo de forma violentamente pessoal.

Mesmo após ter finalizado o treinamento dos navy seals e a ranger school, uma corrida de cem milhas em vinte e quatro horas foi o mario desafio que o David havia enfrentado até então, a dor dificulta a nossa habilidade de pensar e agir, mas o David estava sendo guiado por um propósito maior do que qualquer outra coisa, maior até do que a dor que estava sentindo.

Lição número dois, quebre a situação em pequenos pedaços. Vamos entender exatamente como foi que o David conseguiu tirar forças para terminar as trinta milhas restantes na corrida.

David disse que quebrou essa situação em pequenos pedaços, ele sabia que precisava se nutrir e precisava ser capaz de de sequer levantar para correr as trinta milhas restantes, após a nutrição, ele enfaixou os tornozelos com uma fita para aliviar a dor e agonia, e com isso conseguiu correr até o final sem parar.

Essa técnica foi adquirida através de um processo pelo qual todos os navy seals devem passar, a chamada hell week ou semana do inferno que é a fase mais difícil do treinamento, os participantes passam por cerca de cento e vinte e cinco horas de treino contínuo e normalmente dormem só uma duas horas por noite.

Fora isso eles estão praticamente o tempo todo molhados, com frio, com dor ou seja, é literalmente um inferno na terra. A ideia desse treinamento é drenar mentalmente e fisicamente toda energia dos participantes para sobrar somente os mais fortes, inclusive os instrutores fazem de tudo para que eles toquem o sino e quem fizer isso significa que desistiu.

Pouquíssimas pessoas conseguem chegar até o final, o David passou por três hell weeks em apenas um ano, mas as duas primeiras ele não conseguiu completar, uma por ter desenvolvido uma forte pneumonia e a outra por ter tido graves lesões, foi somente na terceira tentativa que deu certo, para ele basta quebrar a situação em pequenos pedaços e qualquer obstáculo poderá ser superado, inclusive uma corrida de cem milhas que apesar de ser extremamente longa é completada um passo de cada vez.

Lição número três, ultrapasse a barreira dos quarenta por cento. Sem que o David soubesse, havia um cara que estava participando da corrida de cem milhas também, seu nome é Jesse Itzler, só tem uma diferença, ele estava participando junto com uma equipe de seis pessoas, na qual corria de forma intercalada.

Após ver a forma brutal como o David completou aquela prova, o Jesse o convidou para ir morar junto com ele por um mês, afinal ele queria entender mais sobre o cara que havia terminado uma corrida daquela dimensão mesmo estando tão fora de forma.

O David concordou, mas com uma condição, o Jesse teria que fazer tudo o que ele dissesse, não importava o que fosse. No primeiro dia o Jesse já teve que fazer cem repetições na barra fixa, não foi nada fácil. Na primeira série ele conseguiu fazer apenas oito repetições, depois seis e depois menos ainda. Nesse momento seus braços teoricamente já não estavam aguentando mais, mas o David não cedeu e ficou ali incentivando até o Jesse completar as cem repetições, não se importando com quando tempo isso levasse.

Com o Jesse mesmo lendo em livro vivendo com um navy seal, trinta e um dia treinando com o homem mais casca grossa do mundo, o David me procou naquele momento que somos capazes de fazer muito mais do que aquilo o que pensamos e quando sua mente te disser que já deu, que você já chegou no seu limite, na realidade você só atingiu quarenta por cento do seu verdadeiro potencial.

Lição número quatro faça visualização mental, David tem plena convicção que pode finalizar qualquer tarefa que colocarem em suas mãos, mas ele sabe que para isso é necessário se visualizar tendo êxito antes daquilo acontecer. A pergunta que ele faz para si mesmo afim de exercitar sua imaginação e visualização mental é e se?

Quando ele entrou pela primeira vez dentro do escritório do recrutador dos navy seals, ele foi informado que somente trinta e cinco afro americanos conseguiram ser recrutados nos últimos setenta anos, então David se perguntou, e se eu fosse o trigésimo sexto? Essa pergunta fez sua imaginação trabalhar e imaginar como seria a reação das pessoas como ele se sentiria, e tudo o que poderia acontecer na sua vida caso isso acontecesse.

Até hoje quando ele se encontra em momentos de dores e sofrimentos intensos ele se pergunta, e se eu conseguisse fazer isso? E a resposta para essa pergunta é que faz dele um ser humano praticamente imparável.

Lição número cinco, use seu pote de biscoitos. David tem uma arma secreta que sempre usa naqueles momentos de desespero onde ele sente que vai jogar a toalha e desistir, é o que ele chama de pote de biscoitos, mas esse pote não contém nenhuma das coisas que você pode estar imaginando, não há biscoitos de nenhum tipo lá.

Na realidade o que contém são todos os seus momentos de superação, ali dentro tem um lembrete de que ele é um navy seal, que ele já passou por três hell week no mesmo ano, ele vai lembrar das coisas que ele enfrentou no passado, como o fato do seu pai bater na sua mãe na sua frente e apontar a arma para a sua cara e ter sobrevivido, isso tudo com o intuito de provar que o obstáculo que ele está enfrentando naquele momento não é nada comparado ao que ele já passou lá atrás.

Lembrar disso fortalece sua mente e a faz sair daquele loop negativo que ela entra, dessa forma fica mais fácil superar os impulsos de fraqueza que muitas vezes nos fazem desistir.

O David raramente fica falando de suas realizações, ele só fica reafirmando isso quando precisa de um combustível a mais para completar o que estiver fazendo, ele se permite usar seu pote de biscoito somente como fonte de energia, e não para massagear seu próprio ego.

Lição número seis, esteja disposto a sofrer, você pode achar muito estranho isso o que vou te falar agora, mas o David odeia correr, odeia mesmo de coração, o que ele gostava muito de fazer era levantar pesos, essa era a praia dele, inclusive é por isso que ele era tão pesado, mas para correr longas distâncias isso significaria um sofrimento absurdo, tanto é que ele se arrebentou todo naquela corrida de cem milhas.

Antes de começar a corrida ele já sabia que ia sofrer, mas ele estava disposto a passar por isso, essa era a única maneira que ele tinha para levantar fundos o suficiente para a fundação que ajuda os familiares dos militares mortos, mas para David o sofrimento não estava só em levantar fundos, é como ele mesmo diz, o sofrimento é o verdadeiro teste da vida, ele diz que não fica o tempo todo sofrendo apenas para vencer uma corrida, ele treina para estar preparado para lidar com as tragédias que inevitavelmente podem acontecer na sua vida.

Ele quer estar blindado mentalmente para que não desmorone caso receba um telefonema do hospital as duas horas da manhã informando que sua mãe faleceu, David é um verdadeiro monstro, ele não apenas se colocou em situações de sofrimento de vez em quando, mas sim fez do sofrimento um hábito diário. Ele diz que fazendo isso você caleja sua mente da mesma forma que você caleja suas mãos em um exercício.

E se a sua pergunta for, será que um cara desse é feliz? Aqui vai a resposta dele. Tendo vivido a vida que vivi e não tendo medo de atacar tudo aquilo que estava na minha frente me fez um cara extremamente feliz.

Essas são apenas algumas lições que foram retiradas do seu livro can’t hurt me e caso tenha interesse em adquiri-lo vou deixar o link na descrição. Um forte abraço e até a próxima.

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